Carta de motivação ou e-mail de motivação?
Quando a carta de motivação não é solicitada de forma explícita, pode enviar um e-mail de motivação curto e anexar o seu currículo. Este formato pode ser mais direto e ligeiramente menos formal, mantendo sempre os padrões profissionais.
As regras de ouro
A sua carta deve ser:
- Adaptada a cada candidatura
- Estruturada (3 a 4 parágrafos)
- Concisa (máximo de 1 página)
- Personalizada (evite modelos genéricos)
- Clara quanto ao cargo, aos seus objetivos e aos seus pontos fortes
O recrutador deve conseguir identificar facilmente:
- O cargo ou a referência da vaga
- As suas motivações
- A sua disponibilidade
- O seu valor acrescentado
Um enquadramento simples em 6 etapas
- Os seus dados de contacto no canto superior esquerdo (nome, telefone, e-mail).
- Um assunto claro, por exemplo:
«Candidatura ao cargo de Técnico de Manutenção – Ref. 2025-TM34»
ou
«Candidatura espontânea – Assistente de Recursos Humanos». - Parágrafo 1 – Por que esta empresa?
Mencione o que o atrai no cargo ou na empresa (setor, valores, projetos, etc.). - Parágrafo 2 – O que procura.
Explique brevemente os seus objetivos profissionais e de que forma este cargo se enquadra no seu percurso. Seja coerente com a sua experiência. - Parágrafo 3 – O que pode aportar.
Destaque a sua experiência relevante ou realizações concretas relacionadas com o cargo. Termine o parágrafo indicando a sua disponibilidade. - Conclusão – Fórmula de cortesia.
Mantenha-a simples e profissional, por exemplo:
«Fico à disposição para qualquer informação adicional. Com os melhores cumprimentos».
O que evitar
- Cartas demasiado longas (mais de uma página)
- Modelos copiados ou demasiado genéricos
- Frases excessivamente longas (mais de duas linhas)
- Expressões vazias — seja concreto e relevante

